Bela letra da banda sorocabana Mariamadame...
O Grito que cala quando há uma dor tão forte, então
A triste certeza de um sentimento tão forte em vão
O toque de mão em mão, dedos no rosto,
são embriagado, tão desesperado
Ser humano deslocado, elo extraviado.
Trânsito sem lentidão
Há tudo de você em mim (Refrão)
Por mais que o mais certo conceito social
Diga que eu estou por fora, que não é agora
Nem nunca mais, jamais dormirei tão satisfeito
Enquanto alguéns colocarem tanto defeito
Ser humano, traiçoeiro, medo
de entrar de corpo inteiro
Há tudo de você em mim (Refrão)
Se toda labuta reflete em cansaço
Então não é raro, é um tanto precário
Tanta exatidão
Há tudo de você em mim (Refrão)
Um convencional, banal
Infelizmente real
Destruindo o que há de bom
O amor então...
domingo, 21 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
O fim está próximo...
Terremotos, Tsunamis, Enchentes, a morte do Glauco... Me fez lembrar de Nostradamus, do Eduardo Dusek...
Naquela manhã
Eu acordei tarde, de bode
Com tudo que sei
Acendi uma vela
Abri a janela
E pasmei
Alguns edifícios explodiam
Pessoas corriam
Eu disse bom dia
E ignorei
Telefonei
Pr'um toque tenha qualquer
E não tinha
Ninguém respondeu
Eu disse: "Deus, Nostradamus
Forças do bem e da maldade
Vudoo, calamidade, juízo final
Então és tu?"
De repente na minha frente
A esquadria de alumínio caiu
Junto com vidro fumê
O que fazer? Tudo ruiu
Começou tudo a carcomer
Gritei, ninguém ouviu
E olha que eu ainda fiz psiu!
O dia ficou noite
O sol foi pro além
Eu preciso de alguém
Vou até a cozinha
Encontro Carlota, a cozinheira, morta
Diante do meu pé, Zé
Eu falei, eu gritei, eu implorei:
"Levanta e serve um café
Que o mundo acabou!"
Naquela manhã
Eu acordei tarde, de bode
Com tudo que sei
Acendi uma vela
Abri a janela
E pasmei
Alguns edifícios explodiam
Pessoas corriam
Eu disse bom dia
E ignorei
Telefonei
Pr'um toque tenha qualquer
E não tinha
Ninguém respondeu
Eu disse: "Deus, Nostradamus
Forças do bem e da maldade
Vudoo, calamidade, juízo final
Então és tu?"
De repente na minha frente
A esquadria de alumínio caiu
Junto com vidro fumê
O que fazer? Tudo ruiu
Começou tudo a carcomer
Gritei, ninguém ouviu
E olha que eu ainda fiz psiu!
O dia ficou noite
O sol foi pro além
Eu preciso de alguém
Vou até a cozinha
Encontro Carlota, a cozinheira, morta
Diante do meu pé, Zé
Eu falei, eu gritei, eu implorei:
"Levanta e serve um café
Que o mundo acabou!"
sábado, 13 de março de 2010
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